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Mulher agredida no Paraná após rejeitar carona: ex-marido, que está preso, é suspeito de organizar crime de dentro da cadeia

Polícia investiga agressão contra mulher após saída do trabalho em Londrina O ex-marido da mulher que foi agredida após rejeitar uma carona é suspeito de ser o mandante e organizar o crime de dentro da prisão. Ele foi identificado pela Polícia Civil (PC-PR) como André Stuco Bastos. A tentativa de feminicídio, como o caso é tratado pela polícia, foi registrada em Londrina, no Norte do Paraná, na no

Por Redação Publicado em 8 de outubro de 2026 às 12:05 4 min de leitura

Conteúdo de G1 — ler no site de origem

Mulher agredida no Paraná após rejeitar carona: ex-marido, que está preso, é suspeito de organizar crime de dentro da cadeia
Publicado originalmente por [fonte]

Polícia investiga agressão contra mulher após saída do trabalho em Londrina

O ex-marido da mulher que foi agredida após rejeitar uma carona é suspeito de ser o mandante e organizar o crime de dentro da prisão. Ele foi identificado pela Polícia Civil (PC-PR) como André Stuco Bastos. A tentativa de feminicídio, como o caso é tratado pela polícia, foi registrada em Londrina, no Norte do Paraná, na noite de terça-feira (6). Além de André, dois suspeitos foram identificados e presos nesta quarta (7): Leonardo César Doirado e Daniel Pinheiro dos Santos. Um terceiro suspeito é procurado. O g1 tenta identificar a defesa de André. Ao g1 a defesa de Leonardo e Daniel informou que eles negam o crime. Clique aqui para ler na íntegra.

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Mesmo internada devido aos diversos ferimentos, a mulher prestou depoimento à polícia e explicou que negou a carona oferecida pelos suspeitos e continuou seguindo o caminho para casa. Entretanto, foi abordada alguns metros depois, agredida e colocada dentro do carro.

Polícia passou pelo local onde a vítima foi deixada

Reprodução

"Me levaram lá para o Marisol [bairro de Londrina]. Lá onde começaram a me bater. Ele tava [sic] na linha com mais umas quatro ou cinco pessoas e falou assim, que dessa vez eles tinham me pegado para o meu ex-marido", a mulher relatou.

A fuga dela só aconteceu porque ela se jogou de um barranco e correu para uma mata, onde se escondeu por mais de uma hora.

Daniel e Leonardo foram presos após a mulher ser internada.

Reprodução

Os suspeitos foram encontrados depois que a polícia identificou o carro usado no crime. No depoimento ao delegado, Daniel e Leonardo ficaram em silêncio.

Além da tentativa de feminicídio, também são investigados os crimes de sequestro, cárcere privado e roubo.

Mulher foi abordada ao voltar do trabalho

A mulher foi agredida por três homens, conforme a investigação apurou inicialmente, enquanto voltava do trabalho na noite de terça-feira.

De acordo com a Polícia Militar (PM-PR), a vítima perdeu o último ônibus e retornava para casa a pé quando foi abordada por eles em um carro. Eles ofereceram uma carona a ela, mas a mulher recusou.

Após recusar a carona pela segunda vez, um dos homens saiu do veículo e começou a agredi-la. Com os golpes, a mulher perdeu a consciência e acordou três horas depois, a quatro quilômetros de onde estava no momento das agressões.

A vítima recebeu atendimento da equipe do Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência (Siate) e foi levada ao hospital. De acordo com os socorristas, a mulher estava com vários ferimentos pelo corpo.

Inicialmente, a Polícia Militar registrou o caso como assalto. Depois, foi apurado que a mulher tem boletins de ocorrência registrados anteriormente contra o ex-companheiro por violência doméstica e ameaças.

O que a defesa diz

A advogada Bianca Selva, que representa Daniel e Leonardo, disse que eles negam o crime. Leia na íntegra:

"A defesa esclarece que os acusados são apenas suspeitos e negam qualquer participação nos fatos. Neste momento, é importante que a investigação siga seu curso para que tudo seja devidamente esclarecido.

A defesa se solidariza com a vítima e respeita o momento delicado pelo qual ela está passando, desejando sua recuperação. Ao mesmo tempo, é preciso preservar o direito de defesa e a presunção de inocência dos investigados."

O g1 tenta identificar a defesa de André.

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