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Mulher agredida por capitão da PM em São Luís consegue medida protetiva; vítima também é policial

PM agride mulher e atira contra outra em posto de combustível em São Luís; Reprodução A mulher que foi agredida por um capitão da Polícia Militar em São Luís está sob medida protetiva de urgência e passou a ser acompanhada pela Patrulha Maria da Penha. Segundo a Secretaria de Estado da Segurança Pública do Maranhão (SSP-MA), ela prestou depoimento na terça-feira (6), na Delegacia Especial da Mulhe

Por Redação Publicado em 7 de outubro de 2026 às 15:58 4 min de leitura

Conteúdo de G1 — ler no site de origem

Mulher agredida por capitão da PM em São Luís consegue medida protetiva; vítima também é policial
Publicado originalmente por [fonte]

PM agride mulher e atira contra outra em posto de combustível em São Luís;

Reprodução

A mulher que foi agredida por um capitão da Polícia Militar em São Luís está sob medida protetiva de urgência e passou a ser acompanhada pela Patrulha Maria da Penha. Segundo a Secretaria de Estado da Segurança Pública do Maranhão (SSP-MA), ela prestou depoimento na terça-feira (6), na Delegacia Especial da Mulher (DEM), na Casa da Mulher Brasileira. 📲 Clique aqui e se inscreva no canal do g1 Maranhão no WhatsApp

O oficial também se apresentou à DEM na terça-feira (6), onde prestou depoimento e foi liberado, conforme os procedimentos legais aplicáveis ao caso naquele momento.

Segundo a SSP-MA, o período para prisão em flagrante já havia transcorrido. A secretaria também informou que, durante o período eleitoral, a legislação estabelece restrições específicas para a prisão de eleitores, ressalvadas as hipóteses previstas em lei.

A investigação sobre o caso continua. De acordo com a SSP-MA, novas medidas estão sendo adotadas, e elementos da investigação serão encaminhados ao Ministério Público para manifestação sobre os próximos passos.

Na esfera administrativa, a Corregedoria da Polícia Militar mantém procedimentos para apurar a conduta do oficial.

Capitão da PM presta depoimento Capitão da PM investigado por agredir mulheres presta depoimento e é liberado

O capitão da Polícia Militar do Maranhão (PMMA) Jurambergson Gomes Soeiro Sobrinho Silva prestou depoimento na terça-feira (6), na Casa da Mulher Brasileira, em São Luís, e foi liberado por não haver mandado de prisão contra ele. O militar é investigado por agredir uma policial militar e disparar contra outra mulher em um posto de combustível.

Segundo informações da polícia, a delegada responsável pela investigação pediu a prisão do capitão ainda no sábado (3), dia em que as agressões aconteceram. A Justiça, no entanto, negou o pedido por causa do período de restrição eleitoral que estava em vigor.

Jurambergson é investigado pela Delegacia Especial da Mulher (DEM) de São Luís. O caso aconteceu em um posto de combustível na Avenida Jerônimo de Albuquerque, próximo ao Elevado da Cohama, e foi registrado por câmeras de videomonitoramento.

A SSP informou ainda que elementos do caso serão encaminhados ao Ministério Público e que, na esfera administrativa, a Corregedoria da Polícia Militar mantém procedimentos para apurar a conduta do oficial.

O crime As imagens mostram o capitão agredindo uma mulher com socos e chutes. A vítima, que também é policial militar, cai no chão durante as agressões. Em seguida, Jurambergson saca uma arma e dispara contra outra mulher que estava no local. Segundo as informações da investigação, ela é amiga da policial agredida.

Um homem também ficou ferido na região do pescoço durante a ocorrência e precisou de atendimento médico.

A Polícia Civil do Maranhão (PC-MA) informou que instaurou um inquérito para apurar as circunstâncias do caso. Uma das vítimas já prestou depoimento. A segunda vítima e testemunhas devem ser ouvidas nos próximos dias.

Capitão foi afastado pela PM

Capitão da PM investigado por agredir mulher e atirar contra outra presta depoimento e é liberado em São Luís

Reprodução/TV Mirante

Além da investigação da Polícia Civil, a conduta do capitão também é apurada internamente pela Polícia Militar. Após a repercussão do caso, o comandante-geral da PMMA determinou o afastamento de Jurambergson das funções operacionais e a abertura de um procedimento na Corregedoria-Geral da corporação.

A policial militar que aparece sendo agredida nas imagens recebe acompanhamento da Patrulha Maria da Penha.

Em nota divulgada após o caso, a PM afirmou que as imagens e outros elementos da ocorrência serão considerados na apuração e que adotará as medidas administrativas cabíveis.

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