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quarta-feira, 7 de outubro de 2026
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Músico é condenado à prisão por fraudar plataformas de streaming com 'ouvintes fantasmas'

O músico Michael Smith, que utiliza o nome artístico de Mike Smith Reprodução/YouTube O músico e empresário Michael Smith foi condenado a 18 meses de prisão por envolvimento em um esquema para fraudar plataformas de streaming com o uso de inteligência artificial. Ele também recebeu uma multa de R$ 40,4 milhões. Segundo o Departamento de Justiça dos EUA, Smith operou um esquema que durou de 2017 a

Por Redação Publicado em 7 de outubro de 2026 às 16:55 2 min de leitura

Conteúdo de G1 — ler no site de origem

Músico é condenado à prisão por fraudar plataformas de streaming com 'ouvintes fantasmas'
Publicado originalmente por [fonte]

O músico Michael Smith, que utiliza o nome artístico de Mike Smith

Reprodução/YouTube

O músico e empresário Michael Smith foi condenado a 18 meses de prisão por envolvimento em um esquema para fraudar plataformas de streaming com o uso de inteligência artificial. Ele também recebeu uma multa de R$ 40,4 milhões.

Segundo o Departamento de Justiça dos EUA, Smith operou um esquema que durou de 2017 a 2024. Inicialmente, ele criou milhares de contas fraudulentas nas plataformas para reproduzir músicas.

Depois, passou a usar softwares para que essas contas de bots reproduzissem músicas que seriam suas, mas criadas com o auxílio de inteligência artificial. Com isso, ele passou a receber os royalties por conta das reproduções.

Smith distribuiu seus streams automatizados por milhares de músicas para evitar reproduções anômalas em uma única faixa, o que provavelmente levaria as plataformas de streaming a descobrir o esquema.

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De acordo com a Justiça dos EUA, as canções do empresário tiveram 80,9 milhões de reproduções no YouTube em abril de 2023. No mesmo período, a cantora Taylor Swift teve 9,3 milhões de plays na mesma plataforma.

"Ao inundar as plataformas de streaming de música com bots automatizados no lugar de consumidores e músicas falsas no lugar da criatividade, [ele] roubou milhões em pagamentos de direitos autorais de artistas legítimos e seus fãs", disse o promotor do caso, Jamie McDonald.

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