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Polícia Federal investiga suspeita de desvio de R$ 15,6 milhões na saúde em Nossa Senhora do Socorro

PF e CGU investigam suspeitas de fraude em contratos da saúde em Sergipe. PF/SE A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (14) a Operação Dirus para investigar suspeitas de direcionamento de chamamentos públicos e desvio de recursos da saúde no município de Nossa Senhora do Socorro. A ação cumpre 32 mandados de busca e apreensão em Sergipe, Rio de Janeiro, São Paulo, Ceará e Paraíba. O trabal

Por Redação Publicado em 14 de outubro de 2026 às 08:45 2 min de leitura

Conteúdo de G1 — ler no site de origem

Polícia Federal investiga suspeita de desvio de R$ 15,6 milhões na saúde em Nossa Senhora do Socorro
Publicado originalmente por [fonte]

PF e CGU investigam suspeitas de fraude em contratos da saúde em Sergipe.

PF/SE

A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (14) a Operação Dirus para investigar suspeitas de direcionamento de chamamentos públicos e desvio de recursos da saúde no município de Nossa Senhora do Socorro.

A ação cumpre 32 mandados de busca e apreensão em Sergipe, Rio de Janeiro, São Paulo, Ceará e Paraíba. O trabalho mobiliza policiais federais e auditores da Controladoria-Geral da União.

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As ordens judiciais são cumpridas nas sedes de organizações sociais e de empresas envolvidas, além de residências de investigados. Os alvos estão situados nos municípios de Aracaju, Nossa Senhora do Socorro e Canindé de São Francisco, em Sergipe; no Rio de Janeiro; em Barretos e Colina, no estado de São Paulo; em Fortaleza, Aquiraz e Eusébio, no Ceará; e em Campina Grande, Serra Branca e Pedra Lavrada, na Paraíba.

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A investigação apura irregularidades na contratação de duas organizações sociais para a gestão de unidades de saúde municipais. O período sob análise abrange a administração do hospital de campanha montado em 2020 durante a pandemia de Covid-19 e a operação de uma Unidade de Pronto Atendimento entre 2020 e 2026.

De acordo com o levantamento inicial, há indícios de superfaturamento e de subcontratação de serviços por meio de empresas ligadas aos gestores das próprias organizações sociais.

O prejuízo estimado aos cofres públicos é de R$ 15,6 milhões. A Justiça mandou bloquear e apreender bens e valores até esse montante.

O inquérito foi aberto após uma auditoria da Controladoria-Geral da União apontar suspeitas de superfaturamento e uso indevido de verbas. A operação ocorre de forma integrada entre a Polícia Federal, a CGU e o Ministério Público Federal.

Os investigados poderão responder por organização criminosa, fraude em licitação, peculato, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro.

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