Ir para o conteúdo principal
quarta-feira, 14 de outubro de 2026
AGORA RIO
Cidades

Prédio do Ministério da Educação da Albânia é incendiado durante protesto estudantil

Manifestante segura uma bandeira nacional da Albânia enquanto estudantes albaneses realizam um protesto antigovernamental em Tirana REUTERS/Florion Goga Estudantes da Albânia saíram às ruas para protestar por melhores condições de educação e emprego, na capital albanesa, Tirana, nesta quarta-feira (14). No segundo dia de protestos no país - seguindo o exemplo da França e da Índia, que também estão

Por Redação Publicado em 14 de outubro de 2026 às 10:13 2 min de leitura

Conteúdo de G1 — ler no site de origem

Prédio do Ministério da Educação da Albânia é incendiado durante protesto estudantil
Publicado originalmente por [fonte]

Manifestante segura uma bandeira nacional da Albânia enquanto estudantes albaneses realizam um protesto antigovernamental em Tirana

REUTERS/Florion Goga

Estudantes da Albânia saíram às ruas para protestar por melhores condições de educação e emprego, na capital albanesa, Tirana, nesta quarta-feira (14).

No segundo dia de protestos no país - seguindo o exemplo da França e da Índia, que também estão em meio a manifestações estudantis -, os jovens vandalizaram prédios e entraram em confronto com os policiais, que jogaram bombas de gás lacrimogêneo para conter a multidão.

O edifício onde fica o Ministério da Educação albanês foi incendiado, segundo relato de testemunhas à agência de notícias Reuters, que noticiou a detenção de vários manifestantes.

A vice-primeira-ministra da Albânia, Albana Koçiu, lamentou a violência dos protestos na rede social Facebook: "A violência não foi, não é e nunca será uma solução. Atirar pedras, atacar instituições e a polícia, bem como destruir bens públicos sem sentido, não são formas de expressão da juventude".

À Reuters, os organizadores disseram que o protesto era contra as condições nas universidades, os custos do ensino superior, o apoio financeiro e as perspectivas de emprego após a formatura.

"O que a Albânia precisa é de uma revolução, uma mudança, uma derrubada completa do sistema, porque não pode continuar assim", disse a manifestante Luljeta Kola, acrescentando que existe uma profunda injustiça social e um abismo entre ricos e pobres no país.

Leia mais