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Professor é condenado a 16 anos de prisão por matar ex na frente do filho no MA; crime ocorreu em 2009

Professor é condenado a 16 anos de prisão por matar ex na frente do filho no MA; crime ocorreu em 2009 (imagem ilustrativa) MPCE/ Divulgação O 3º Tribunal do Júri de São Luís condenou Carlos Alberto Silva a 16 anos de prisão pela morte da ex-companheira de 24 anos. O crime aconteceu em 13 de julho de 2009, na residência da vítima, no bairro Vila Ayrton Senna, na capital maranhense. 📲 Clique aqui e

Por Redação Publicado em 14 de outubro de 2026 às 12:17 3 min de leitura

Conteúdo de G1 — ler no site de origem

Professor é condenado a 16 anos de prisão por matar ex na frente do filho no MA; crime ocorreu em 2009
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Professor é condenado a 16 anos de prisão por matar ex na frente do filho no MA; crime ocorreu em 2009 (imagem ilustrativa) MPCE/ Divulgação

O 3º Tribunal do Júri de São Luís condenou Carlos Alberto Silva a 16 anos de prisão pela morte da ex-companheira de 24 anos. O crime aconteceu em 13 de julho de 2009, na residência da vítima, no bairro Vila Ayrton Senna, na capital maranhense.

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Segundo o processo, a mulher, que era enfermeira, foi morta por estrangulamento na frente do filho do casal, que tinha apenas 3 anos na época. O condenado, que trabalhava como professor, tinha 43 anos quando o crime aconteceu.

O julgamento foi realizado nessa terça-feira (13), no Fórum Desembargador Sarney Costa, no bairro Calhau, em São Luís. A sessão foi presidida pela juíza Leoneide Delfina Barros Amorim, que não concedeu ao réu o direito de recorrer da sentença em liberdade.

De acordo com os autos, quando os policiais chegaram à residência da vítima, não encontraram sinais de arrombamento nas portas ou janelas. A perícia constatou que havia apenas o corpo da mulher no imóvel e que as características da corda e do nó encontrados eram compatíveis com as lesões no pescoço da vítima.

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Durante o interrogatório, Carlos Alberto negou ter cometido o crime, mas admitiu que havia modificado a cena e que não chamou vizinhos para ajudá-lo. Segundo o processo, ele também teria tentado simular que a ex-companheira havia cometido suicídio.

Carlos Alberto Silva já havia sido condenado pelo crime em julho de 2016, quando recebeu uma pena de 21 anos, 10 meses e 15 dias de prisão. No entanto, a defesa recorreu da decisão, e o julgamento foi anulado.

Um novo júri foi realizado em agosto de 2019, quando o Conselho de Sentença absolveu o acusado. O Ministério Público do Maranhão (MPMA) recorreu da decisão, e o julgamento foi novamente anulado.

Com isso, o caso voltou ao Tribunal do Júri nessa terça-feira (13), quando Carlos Alberto foi condenado a 16 anos de reclusão. Ele respondia ao processo em liberdade e havia sido denunciado pelo Ministério Público por homicídio qualificado, já que o crime ocorreu antes da entrada em vigor da Lei do Feminicídio, em 2015.

Durante a sessão, foram ouvidas oito testemunhas. A mãe e o filho da vítima acompanharam o julgamento.

A acusação foi conduzida pelos promotores de Justiça Raimundo Benedito Barros e Ilma de Paiva Pereira. A defesa ficou a cargo dos advogados Armando Serejo e Jimmy Deyglisson Silva.

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