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Professor preso por crimes sexuais no Paraná tirava foto de estudantes e se recusava a apagá-las

Professor do Paraná vira réu por crimes sexuais contra cinco alunas O professor Alessandro Lucas Póvoa, de 40 anos, é réu por cometer crimes sexuais contra cinco alunas dentro de um colégio estadual de Cafeara, no Norte do Paraná. O g1 apurou que ele tirava fotos das jovens, sem consentimento delas, e se recusava a apagá-las. Os detalhes das imagens não foram informados. Além disso, a investigação

Por Redação Publicado em 7 de outubro de 2026 às 11:58 3 min de leitura

Conteúdo de G1 — ler no site de origem

Professor preso por crimes sexuais no Paraná tirava foto de estudantes e se recusava a apagá-las
Publicado originalmente por [fonte]

Professor do Paraná vira réu por crimes sexuais contra cinco alunas

O professor Alessandro Lucas Póvoa, de 40 anos, é réu por cometer crimes sexuais contra cinco alunas dentro de um colégio estadual de Cafeara, no Norte do Paraná. O g1 apurou que ele tirava fotos das jovens, sem consentimento delas, e se recusava a apagá-las.

Os detalhes das imagens não foram informados. Além disso, a investigação aponta que Alessandro também se aproximava das meninas ao pedir o número de telefone delas e oferecer aulas particulares.

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Procurado pelo g1, o advogado Anderson Costa, que atua na defesa de Alessandro Lucas Póvoa, informou que "ainda está se inteirando do caso". O processo está sob sigilo, porque envolve crianças e adolescentes.

Professor vira réu por crimes sexuais no Paraná

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Os casos foram registrados este ano, dentro de sala de aula. As denúncias foram feitas em setembro deste ano e o professor está preso desde o dia 25. A Justiça aceitou a denúncia do Ministério Público (MP-PR) na última sexta-feira (2). O professor é réu pelos crimes de tentativa de estupro de vulnerável, importunação sexual e assédio sexual. As alunas tinham idades entre 12 e 17 anos. Esta denúncia afirma que o suspeito praticou diferentes atos libidinosos, como toques e comentários indevidos, que causaram constrangimento às jovens. Além do pedido de condenação, o MP também pede na denúncia o pagamento de valor mínimo de R$ 5 mil em indenização a cada vítima.

O professor foi contratado por um Processo Seletivo Simplificado (PSS) da Secretaria da Educação do Paraná (Seed). Após a denúncia do Ministério Público, ele foi suspenso da função. Em nota, a Seed informou que adotou os encaminhamentos institucionais e medidas administrativas cabíveis. Confira a nota completa abaixo.

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O que diz a Secretaria de Educação?

"A Secretaria de Estado da Educação do Paraná (Seed-PR) informa que acompanha o caso envolvendo a prisão de um professor contratado pela rede estadual de ensino no município de Cafeara e aguarda a conclusão dos procedimentos conduzidos pelas autoridades competentes.

A Seed-PR esclarece que foram adotados todos os encaminhamentos institucionais cabíveis e ressalta que adotará as medidas administrativas cabíveis no âmbito de sua competência, reafirmando seu compromisso com a proteção de crianças e adolescentes.

Informações relacionadas à investigação e aos desdobramentos do caso devem ser solicitadas aos órgãos responsáveis pela apuração e condução do procedimento, no âmbito de suas respectivas competências".

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