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Sobrenomes conhecidos, mas sem cadeira: Quem são os parentes de políticos que não se elegeram no Acre

Filhos e demais parentes de políticos no Acre não se elegeram no pleito deste ano; na foto: João Bittar (PL), Virgílio Viana (PV) e Kelen Bocalom (PSDB) Reprodução/TSE Candidatos ligados a políticos e famílias tradicionais acreanas disputaram vagas para deputado estadual e federal nas eleições deste ano, mas ficaram fora da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) e da Câmara dos Deputados. Entre el

Por Redação Publicado em 7 de outubro de 2026 às 11:53 4 min de leitura

Conteúdo de G1 — ler no site de origem

Sobrenomes conhecidos, mas sem cadeira: Quem são os parentes de políticos que não se elegeram no Acre
Publicado originalmente por [fonte]

Filhos e demais parentes de políticos no Acre não se elegeram no pleito deste ano; na foto: João Bittar (PL), Virgílio Viana (PV) e Kelen Bocalom (PSDB)

Reprodução/TSE

Candidatos ligados a políticos e famílias tradicionais acreanas disputaram vagas para deputado estadual e federal nas eleições deste ano, mas ficaram fora da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) e da Câmara dos Deputados. Entre eles estão filhos, esposas e irmãos de políticos com trajetória no estado.

Ao todo, pelo menos dez candidatos com esse perfil aparecem na lista: quatro disputaram uma vaga na Aleac e seis concorreram à Câmara.

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Embora o sobrenome conhecido possa ajudar a colocar uma candidatura no radar do eleitorado, a tradição política da família não se converte automaticamente em uma vaga no Legislativo.

É que nas eleições proporcionais, além da votação de cada candidato, o desempenho da legenda e a distribuição das cadeiras também pesam no resultado. Logo, a votação individual não é o único fator para definir quem ocupa as cadeiras. Veja a lista abaixo:

g1 Acre acompanha resultados e repercussão das eleições

Deputado estadual

Whendy Lima (União) — filho do ex-vereador N. Lima, tentava a reeleição, mas ficou como suplente. Recebeu 9.531 votos.

Eduardo Gomes (Republicanos) — filho da prefeita de Senador Guiomard, Rosana Gomes, recebeu 7.746 votos e ficou como suplente.

Antônia Sales (MDB) — esposa do ex-prefeito de Cruzeiro do Sul Vagner Sales e mãe da ex-deputada federal Jéssica Sales, recebeu 5.809 votos. Após cinco mandatos na Aleac, ficou como suplente nesta eleição.

João Asfuri (MDB) — filho do ex-prefeito de Porto Acre João Asfury, recebeu 867 votos e ficou como suplente.

Tiago Mourão (PT) — filho do ex-deputado federal Nilson Mourão, recebeu 827 votos e ficou como suplente.

Claire Cameli (MDB) — filha do ex-governador Orleir Cameli e prima do ex-governador Gladson Cameli, recebeu 763 votos e ficou como suplente. Candidatos a deputado estadual que possuem ligação com familiares políticos não se elegeram para ocupar uma cadeira na Aleac

Reprodução/TSE

Deputado federal

João Bittar (PL) — filho do senador reeleito Marcio Bittar, recebeu 13.440 votos e ficou como suplente.

Vagner Sales (MDB) — ex-prefeito de Cruzeiro do Sul e pai da ex-deputada federal Jéssica Sales, recebeu 8.027 votos e não conquistou uma das oito cadeiras do Acre na Câmara.

Mirla Miranda (Republicanos) — irmã do senador e candidato ao governo Alan Rick, recebeu 6.026 votos e ficou fora da Câmara.

Virgílio Viana (PV) — filho do ex-governador Tião Viana e sobrinho do ex-senador Jorge Viana, recebeu 4.688 votos. Durante a campanha, chegou a receber apoio público do pai.

Kelen Bocalom (PSDB) — esposa do ex-prefeito de Rio Branco Tião Bocalom, estreou nas urnas como candidata a deputada federal e recebeu 2.421 votos. Leonardo Melo (MDB) — filho do ex-governador Flaviano Melo, recebeu 2.060 votos e não foi eleito. Candidatos ligados a famílias de políticos no Acre que não conseguiram vaga na Câmara dos Deputados em Brasília

Reprodução/TSE

Abstenções

Mais de 125 mil eleitores aptos não compareceram às urnas no Acre nesse domingo (4) para o primeiro turno das eleições 2026. Com isso, a taxa de abstenção ficou em 20,43%.

O índice é 2% menor que o registrado na primeira votação em 2022, quando 22,44% do eleitorado faltaram, o que equivaleu a mais de 130 mil pessoas. O percentual foi levemente menor que o registrado no país, de 21,08%.

Conforme números oficiais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), dos 613.742 eleitores aptos a votar neste ano, 488.330 compareceram.

Entre os votos em branco, os candidatos ao senado foram os mais rejeitados pelos eleitores do Acre, com 38.954 votos que não foram destinados a nenhum dos oito candidatos no estado. A maioria dos votos nulos também foi direcionado ao senado, com 61.686. Confira abaixo o número de votos brancos e nulos por cada cargo no Acre:

Deputado federal

Nulos: 5.767

Em branco: 9.032

Deputado estadual

Nulos: 5.767

Em branco: 9.032

Senado

Nulos: 61.686

Em branco: 38.954

Governo

Nulo: 39.398;

Branco: 8.926

Presidência da República

Nulos: 13.685

Em branco: 5.579

VÍDEOS: g1

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