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Eleições 2026: veja estados que terão segundo turno para governador

DF e 5 estados terão 2º turno para governador Em cinco estados e no Distrito Federal, vai ter segundo turno para governador. Quando voltarem às urnas daqui a 20 dias, 12,5 milhões de eleitores votarão não só para presidente, mas também para governador. São eleitores do Distrito Federal e cinco estados, a maioria na região Norte do país. No Acre, no DF e no Espírito Santo, os primeiros colocados ch

Por Redação Publicado em 5 de outubro de 2026 às 22:48 6 min de leitura

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Eleições 2026: veja estados que terão segundo turno para governador
Publicado originalmente por [fonte]

DF e 5 estados terão 2º turno para governador

Em cinco estados e no Distrito Federal, vai ter segundo turno para governador.

Quando voltarem às urnas daqui a 20 dias, 12,5 milhões de eleitores votarão não só para presidente, mas também para governador. São eleitores do Distrito Federal e cinco estados, a maioria na região Norte do país. No Acre, no DF e no Espírito Santo, os primeiros colocados chegaram perto da vitória, com 49% dos votos.

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No Acre, Mailza Assis, do PP, vai disputar o segundo turno com Alan Rick, do Republicanos. Mailza Assis, atual governadora, tenta a reeleição. Alan Rick é senador e já foi deputado federal.

"Segue-se o diálogo, a conversa, né, a união. Nós vamos buscar unir o Acre nos 22 municípios pra gente levar a mensagem daquilo que nós queremos fazer pelo estado", diz Mailza Assis, do PP, candidata à reeleição no Acre.

"Liguei hoje para alguns aliados para reforçar, né, o nosso esforço nesse segundo turno. E vamos em busca das boas alianças, aquelas que são programáticas, que se coadunam com o que a gente sonha para o Acre", diz Alan Rick, Republicanos, candidato a governador do Acre.

No Distrito Federal, Celina Leão, do Progressistas, disputa o cargo com Leandro Grass, do PT. Celina é a atual governadora. Ela era vice e assumiu o cargo em março, depois da renúncia de Ibaneis Rocha. Leandro Grass já foi deputado distrital e concorre pela segunda vez a governador.

"O nosso trabalho, mostrando o nosso número correto, e fazendo um trabalho com aquelas pessoas que acreditaram até aqui, que vão com a gente até o final dessas eleições", diz Celina Leão, do Progressistas, candidata à reeleição no Distrito Federal.

"É uma nova campanha. É o momento agora em que há mais igualdade de condições, em que há mais equilíbrio, e a população tem mais chance de entender quem é quem, conhecer a história de cada um. A minha é limpa", diz Leandro Grass, do PT, candidato a governador do Distrito Federal.

No Espírito Santo, Lorenzo Pazolini, do Republicanos, vai enfrentar Ricardo Ferraço, do MDB. Lorenzo Pazolini é ex-delegado de polícia e já foi prefeito de Vitória por dois mandatos. Ricardo Ferraço é o atual governador do estado, já foi deputado federal e senador.

"É uma campanha muito simples, é a campanha do pé no chão, é a campanha da sola de sapato, é andar, continuar ouvindo, dialogando de norte a sul. A estratégia é a mesma, vai ser mantida no segundo turno", diz Lorenzo Pazolini, do Republicanos, canidato a governador do Espírito Santo.

"Segundo turno é uma nova eleição. E nós vamos estar debatendo, discutindo, de maneira respeitosa, as nossas ideias, os nossos projetos", diz Ricardo Ferraço, do MDB, candidato à reeleição no Espírito Santo.

Eleições 2026: veja estados que terão segundo turno para governador

Jornal Nacional/ Reprodução

No Amazonas, o segundo turno será disputado entre Omar Aziz, do PSD, e a professora Maria do Carmo, do PL. Omar Aziz é engenheiro, já foi governador do Amazonas e atualmente é senador. Maria do Carmo é professora, empresária e gestora de instituições de ensino."

"É uma nova eleição, o segundo turno, zera. Mas nós vamos tentar levar as propostas que a gente trouxe, trouxe até aqui, e a gente vai explicar isso com muito mais tranquilidade agora", diz Omar Aziz, do PSD, candidato a governador do Amazonas.

"A vontade do povo, ela é soberana. A gente sabia também que tinha o apoio popular de pessoas que querem a mudança e entenderam que mudança não se faz com as mesmas pessoas", diz professora Maria do Carmo, do PL, candidata a governadora do Amazonas.

No Tocantins, os mais votados foram a professora Dorinha, do União Brasil, e Vicentinho Júnior, do PSDB. A disputa foi apertada, com uma diferença de menos de dois pontos percentuais. Professora Dorinha é senadora e já foi deputada federal por três mandatos. Vicentinho Júnior é empresário e está no terceiro mandato como deputado federal.

"E agora discutir com os outros candidatos e ajustar nosso processo de campanha, discutindo com o povo, alinhando as estratégias, e é um momento de reorganização", diz Professora Dorinha, do União Brasil, candidata a governadora do Tocantins.

"Agora com mais oportunidade de eu apresentar o nosso plano de governo, as áreas da minha educação que nós vamos fazer. Vai estar com o mesmo respeito, com as mesmas propostas, aguardando os próximos debates", diz Vicentinho Júnior, do PSDB, No Rio Grande do Norte, Allyson, do União Brasil, enfrentará Cadu de Lula, do PT. O primeiro turno teve uma disputa acirrada, com diferença de menos de um ponto percentual. Allyson Bezerra é servidor público e já foi eleito para dois mandatos como prefeito de Mossoró. Cadu de Lula é ex-secretário estadual de Fazenda e concorre pela primeira vez ao governo do estado."

"Eu estou aqui hoje, muito pé no chão, de forma que a gente consiga apresentar para o estado melhor as nossas ideias, melhor as nossas propostas", diz Allyson, do União Brasil, candidato a governador do Rio Grande do Norte.

"Mas eu tenho certeza que eu vou vencer com eles, em cima da honestidade, do trabalho, do compromisso, para a gente fazer o nosso povo ter um futuro cada vez melhor. Para isso que eu estou entrando na política", diz Cadu de Lula, do PT, candidato a governador do Rio Grande do Norte.

A votação no segundo turno será no domingo, 25 de outubro. Quem não compareceu às urnas no primeiro turno pode justificar a ausência pelo aplicativo e-Título, pelo sistema Justifica da Justiça Eleitoral ou comparecer a um cartório eleitoral. Mas, mesmo sem regularizar a situação, o eleitor pode ir votar normalmente no segundo turno.

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