Ir para o conteúdo principal
terça-feira, 6 de outubro de 2026
AGORA RIO
Política

Prefeito e vice de cidade de SC são afastados em investigação contra corrupção e fraude em licitações

Investigação da Polícia Civil cumpriu 37 mandados de busca, bloqueou R$ 34,6 milhões e apura esquema de direcionamento de obras e compra de imóveis por laranjas. Polícia Civil/Divulgação O prefeito Jorge Luiz Stolf, o vice-prefeito Rafael Nones e uma secretária de Rio dos Cedros (SC) foram afastados das funções públicas na manhã desta terça-feira (6). Alvos da Operação "Passe de Mágica", deflagrad

Por Redação Publicado em 6 de outubro de 2026 às 09:03 2 min de leitura

Conteúdo de G1 — ler no site de origem

Prefeito e vice de cidade de SC são afastados em investigação contra  corrupção e fraude em licitações
Publicado originalmente por [fonte]

Investigação da Polícia Civil cumpriu 37 mandados de busca, bloqueou R$ 34,6 milhões e apura esquema de direcionamento de obras e compra de imóveis por laranjas.

Polícia Civil/Divulgação

O prefeito Jorge Luiz Stolf, o vice-prefeito Rafael Nones e uma secretária de Rio dos Cedros (SC) foram afastados das funções públicas na manhã desta terça-feira (6). Alvos da Operação "Passe de Mágica", deflagrada pela Polícia Civil, eles são suspeitos de participar de um esquema de corrupção e fraude em licitações. Além disso, um servidor público da cidade também foi afastado. A Justiça determinou ainda a suspensão de contratos e pagamentos a empresas investigadas, a proibição de contato entre investigados, o sequestro de 26 imóveis e o bloqueio de bens e valores até o limite de R$ 34,6 milhões.

✅Clique e siga o canal do g1 SC no WhatsApp

O g1 tenta contato com a prefeitura da cidade na manhã desta terça. Além do prefeito e do vice, os nomes dos outros envolvidos não foram divulgados.

Investigação Os crimes investigados envolvem fraude em licitações de obras, lavagem de capitais e a compra de imóveis em nome de terceiros com posterior valorização por meio de intervenções do próprio poder público. Conforme a Polícia Civil, a investigação começou em 2025 e durou cerca de 15 meses. Ela apura, em tese, três frentes:

A aquisição de imóveis por meio de terceiros, com posterior valorização decorrente de atos e obras do próprio poder público municipal;

Direcionamento de licitações e contratos de obras a empresas ligadas aos investigados;

A ocultação de valores com uso de dinheiro em espécie e de empresas para movimentar recursos.

Reveja os VÍDEOS mais assistidos do g1 SC

Leia mais