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Coreia do Sul testa sua primeira arma hipersônica

Presidente sul-coreano Lee Jae-myung (3º à direita) observando o míssil Hyunmoo-5 em um local de testes não divulgado HANDOUT / THE BLUE HOUSE / AFP A Coreia do Sul testou, nesta quinta-feira (8), sua primeira arma hipersônica de fabricação nacional, informou o gabinete presidencial. Em comunicado enviado à imprensa, a Casa Azul, sede da Presidência, afirmou que trata-se de uma "vantagem estratégi

Por Redação Publicado em 8 de outubro de 2026 às 09:57 2 min de leitura

Conteúdo de G1 — ler no site de origem

Coreia do Sul testa sua primeira arma hipersônica
Publicado originalmente por [fonte]

Presidente sul-coreano Lee Jae-myung (3º à direita) observando o míssil Hyunmoo-5 em um local de testes não divulgado

HANDOUT / THE BLUE HOUSE / AFP

A Coreia do Sul testou, nesta quinta-feira (8), sua primeira arma hipersônica de fabricação nacional, informou o gabinete presidencial. Em comunicado enviado à imprensa, a Casa Azul, sede da Presidência, afirmou que trata-se de uma "vantagem estratégica fundamental, capaz de mudar o curso das operações no campo de batalha".

"O presidente Lee Jae Myung acompanhou, nesta tarde, o primeiro lançamento de teste de um veículo planador hipersônico (HGV), que está atualmente em fase de pesquisa e desenvolvimento utilizando tecnologias nacionais", diz o comunicado, detalhando que "as trajetórias de voo imprevisíveis e a velocidade vertiginosa das ogivas permitem atacar alvos estratégicos cruciais". Os veículos planadores hipersônicos são impulsionados em direção à alta atmosfera por foguetes e, em seguida, planam em direção ao alvo a uma velocidade cinco vezes superior à do som, ou até mais.

O anúncio de Seul ocorre dias depois de a Coreia do Norte afirmar ter testado um míssil hipersônico de alcance intermediário. Segundo Pyongyang, o lançamento de sábado utilizou inteligência artificial e, graças a ela, "não há como evitar" o ataque do míssil. A Coreia do Norte garante que seu míssil é "capaz de modificar sua trajetória de voo em baixa altitude". A Coreia do Sul e os Estados Unidos sustentam, no entanto, que o míssil norte-coreano estava "em um nível que pode ser detectado e interceptado adequadamente utilizando os meios defensivos de que dispõem ambos os aliados".

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